O Cão de Muge - um amigo pré-histórico

O Cão de Muge – um Amigo Pré-histórico, relata a história do cão doméstico mais antigo de que há registo em toda a Península Ibérica.


13 de Março | 19.00 | Auditório José Mariano Gago | Exibição de filme e tertúlia | Inscrições

Com Ana Elisabete Pires, Cleia Detry e Inês Carrilho 

Este filme de animação digital (curta metragem com 8 minutos) reflecte a feliz fusão entre o cinema e a ciência. Conta a história de um cão com cerca de 7.600 anos, cujo esqueleto quase completo é o mais antigo de que há registo na Península Ibérica. O seu esqueleto foi encontrado por arqueólogos no final do século XIX em Muge, Santarém. Mais recentemente foi alvo de um estudo detalhado com as mais avançadas tecnologias ao dispor, que permitiram a interpretação da sua vida e morte. Pela forma como foi enterrado, pensa-se que o Cão de Muge era um fiel companheiro, estimado pela família com que vivia, nas margens do Tejo, no período Mesolítico. Esta é uma história de zooarqueologia.


Assista ao trailer do filme

Com intervenção de

Ana Elisabete Pires

Laboratório de Arqueociências (LARC) / DGPC e CIBIO / InBIO – ArchGen and EnvArch groups

Bióloga, Doutorada em Biologia Molecular pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa cedo se interessou por cães, a espécie doméstica cuja origem é a mais antiga, de há cerca de 15 mil anos. Coordena um estudo de análise de DNA antigo de exemplares pré-históricos e mais recentes, e pretende esclarecer pormenores da trajectória evolutiva desta espécie na Ibéria e no Norte de África.

 

Cleia Detry

UNIARQ (Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa)

Licenciada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, especializou-se em Zooarqueologia, o estudo de restos de animais recuperados em sítios arqueológicos. Doutorou-se depois em Arqueologia pela Universidade de Salamanca. Tem dedicado a sua investigação sobretudo ao estudo da domesticação e melhoramento dos canídeos e bovídeos e introdução de espécies exóticas como o sacarrabos.

 

Inês Carrilho

Inês Carrilho terminou em Setembro de 2018 o filme “O Cão de Muge – um amigo pré-histórico”, que foi o estágio de fim de curso da licenciatura em Animação Digital na Universidade Lusófona de Lisboa. Desenha a grafite desde a infância e aprendeu por autorrecriação as técnicas que utiliza até hoje, tanto em trabalhos tradicionais como em digital. A sua inspiração vem de animais, videojogos e filmes fantásticos. 

 

 

O artigo científico que deu origem a este filme foi destacado numa edição especial da National Geographic sobre cães e gatos, publicada em Maio de 2018. 

O filme tem agora a chancela UNESCO atribuída pelo Clube UNESCO Imagem, Som e Criatividade da Universidade Lusófona de Hmanidades e Tecnologias - Escola de Comunicação, Arquitectura, Artes e Informação.

 

Para ficar a saber mais sobre o papel dos cães na nossa sociedade não deixe de visitar a nossa exposição Cães e Gatos.

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